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MPLA: Isabel Dos Santos será a candidata de JES para a Vice-Presidência da República•||•Noticia•||•a




Falar hoje de Isabel dos Santos, filha do ditador José Eduardo dos Santos a vendedora de ovos, significa para alguns cidadãos desinformados e/ou apoiantes aficionados da cleptocracia reinante sob a direção do infame ditador JES a mais de 37 anos no poder!
Por Raúl Diniz
A Isabelinha dos Ovos e da Miami Beatch a caminho da vice presidência da república para coordenar a economia do país põe ela roubado.
Os angolanos no seu todo conhecem em absoluto o medo imposto por JES ao núcleo que o apoia incondicionalmente nas suas nefastas decisões dentro e fora do partido completamente manipulado e sequestrado pelo ditador sanguinário.  José Eduardo dos Santos tem certeza que nada se opõe a sua vontade de transformar sua filha na próxima vice-presidente da republica para coordenar a área da economia.
José Eduardo dos Santos tem ciência que é o dono da vontade interna no MPLA por ele manipulado. Ele se reconhece proprietário da verdade mentirosa interna do partido e isso explica a obediência canina dos manipuláveis oportunistas que o idolatram.
A direção do MPLA sofre a muito da síndrome chamado de “encarnação mediatíssima do medo da comicidade consistente”, isso quer dizer, o medo maior dessa falseada elite que se quer perpetuar no poder têm medo de perder as ilegítimas benesses faraônicas que beneficiam. Por isso, nada nem ninguém se oporá a tramitação em curso de JES transformar sua filha como a futura vice-presidente da republica.
No interior da cúpula do partido MPLA composta de pomposos bajuladores está à altura, e/ou terá condições morais objetivas para se posicionar contra a indicação da Isabelinha mercantilista de ovos vir a ocupar a cadeira que Manuel Vicente hoje ocupa.
Essa forma medíocre de JES impor a sua vontade ao MPLA e por sua vez respingar na vida de toda angolanidade, demonstra uma gritante a fata de perceptividade avaliativa tão forte, que inevitavelmente provoca uma sangria generalizada em todo país. Ontem como hoje nada mudou com JES no poder, essa situação intolerante de fazer todo angolano a comportar-se como carneiros são fatores que inviabiliza o esforço de se transformar Angola num estado de direito democrático.
O medo insano de José Eduardo dos Santos leva o país a engolir uma vez mais Manuel Vicente, mas, dessa vez como o presidente da república escolhido por JES para concorrer em 2017.
Essa informação colhida foi confirmada por interpostas pessoas e familiares om ligações sanguinas do ditador sitiados na cidade alta. Por outro lado confirma-se igualmente que essa decisão de JES escolher a primogênita para acompanhar de perto Manuel Vicente na presidência.
A decisão tomada pelo patriarca da família presidencial está a ser questionada pelos demais familiares, uma vez ela não ser consensual e ser igualmente não reunir consenso entre o clã de dos Santos.
Pela primeira vez uma vontade de JES é questionada pelos filhos e demais familiares. Para muitos a primeira da fila nunca deveria ser a Isabel dos Santos a escolhida, pois nunca esteve ligada a administração politica tão pouco alguma vez se interessou por politica e muito menos alguma vez representou voluntariamente o povo angolano nas lides politicas diárias dentro e for do partido no poder.
Para a maioria dos membros da família reage mais positivamente com a indicação da segunda filha de JES, a deputada e empresária Welwítschia dos Santos conhecida também por Tchizé dos Santos.
Por razões de âmbito politico junto de grande parte do núcleo duro influente da família de Dos Santos, a mais bem posicionada para exercer o cargo de vice-presidente da republica é de facto a segunda filha de Dos Santos Tchizé dos Santos, que sempre investiu numa carreira politica em pelo menos dois mandados, foi escrutinada pelo voto concentrado partidariamente na lista nacional, e na qual fora por pelo menos dois mandatos eleita deputada a assembleia nacional pelo partido MPLA de que é membro a cerca de 10 anos.
As eventuais razões da escolha de Manuel Vicente para presidente da república são enumeras, desde a fidelidade familiar, mas a mais importante é aquela que os angolanos conhecem de que JES não quer no seu lugar como presidente uma pessoa com ideias e vontade própria.
É obvio que é mais do que evidente, que José Eduardo dos Santos não deseja ter na presidência alguém que ouse futuramente afronta-lo e colocar em risco a sua liberdade nem a de seus filhos, familiares e amigos conspiradores nacionais e internacionais.
O que JES precisa não é de um presidente forte com ideias e vontades competentes precisas para administrar o que ele nunca soube administrar competentemente durante 37 anos de poder absoluto. A aposta de JES em Manuel Vicente não é por acaso nem é de hoje, Manuel Vicente foi uma escolha minuciosamente estudada que serviu aos objetivos mediatizados do presente e servirão para o próximo mandato que avizinha a saída meteórica do ditador ofuscado.
Manuel Vicente é um homem completamente comprometido com a delapidação do erário público nacional, foi MV que afundou a Sonangol e a levou a falência.
O atual vice-presidente não passa de um objeto facilitador do trampolim no momento da retirada do ditador de cena publica, mas apenas da presidência da república, pois ao contrario do que enunciou. JES não tem a intenção de deixar os cordéis de manipulação dentro MPLA como presidente vitalício.
Além de mais o atual vice-presidente da república é um homem deveras fraco, incompetente, e dócil, sobretudo quando se trata de agradar o chefe do regime.
Não se pode descorar que JES comprou uma briga violenta quando decidiu fazer de seu sobrinho Manuel Vicente o segundo homem forte do país em substituição de Fernando da Piedade Dias dos Santos “Nando”, hoje presidente da assembleia nacional.
O totalitarismo provoca transtornos no caráter de todos que utilizam para deter em mãos o poder para dele se beneficiar.
“Em verdade se pode-se afirmar sem medo de erras, que todas as coisas que se realizarem em nome do soberano, “leia-se em nome do povo”, a simplicidade é à base da excelência daquilo que se constrói socialmente em nome do povo”. 



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